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Olavo de Carvalho, COF 285 - 01:01:00 :
Tem um mapeamento do estado atual do esoterismo não-ocidental de maneira mais ampla.
Olavo de Carvalho, COF 285 - 01:01:00 :
Tem um mapeamento do estado atual do esoterismo ocidental de maneira mais ampla.
Olavo de Carvalho, COF 285 - 01:01:00 :
Coletânea de ensaios que dá uma idéia do estado atual, pelo menos do ambiente francês, do esoterismo.
Título: Imperialism
Autor:
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 285, nota 249 :
Sobre a contradição entre imperialismo e capitalismo democrático.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 285, nota 249 :
Uma síntese brilhante dos argumentos de Schumpeter, acrescentada de análises muito pertinentes com relação à teoria brasileira da dependência, encontra-se neste livro. Uma leitura indispensável a quem deseje compreender a posição do Brasil no mundo de hoje.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 287, nota 250 :
Um dos segredos da eficiência do Mossad ( serviço secreto israelense ) é ter uma rede de informantes ocasionais espalhados por todo o mundo ( os militantes sionistas ) e poder, por isto, reduzir a dois mil o número de seus agentes profissionais, incluindo pessoal interno.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 287, nota 250 :
A KGB tinha nos militantes comunistas, e não nos agentes efetivos, a sua principal força.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 300, nota 264 :
A respeito das diferentes correntes de pensamento islâmicas e seus antagonismos.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 281, nota 244 :
A complicação crescente do sistema internacional ultrapassou as fronteiras do humanamente compreensível e se tornou l’économie du diable.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 283, nota 247 :
O caráter essencialmente gnóstico dos movimentos que culminam na New Age do século XX foi afirmado em 1994 pelo próprio Papa João Paulo II.