Compartilhe:Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Email this to someone
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 239, nota 180 :
Por trás da variedade mirífica das idéias maçônicas, que aqui não nos interessam absolutamente, há na organização uns quantos traços puramente formais e estruturais que, estes sim, são constantes pelo menos desde o século XVIII.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 243, nota 185 :
Pedro I é convidado a entrar na organização maçônica, elevado rapidamente à condição de Grão-Mestre, e em seguida boicotado pela Maçonaria mesma e levado à abdicação.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 245, nota 187 :
Auto foi diretor da CIA por décadas; reconhece muito pertinentemente a diferença abissal de escala que separa os modernos serviços secretos de tudo o que até o século XIX se conhecia como “espionagem”. De um lado, os serviços de “inteligência” ultrapassaram muito o campo das informações militares para abranger toda a vida social e psicológica das nações, penetrando até mesmo na intimidade dos costumes familiares, da vida sexual etc. - invadindo ostensivamente a esfera dita “privada”.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 212, nota 145 :
Demasiado distante de Bizâncio para poder desfrutar da proteção imperial contra os bárbaros, demasiado sujeita à autoridade bizantina para poder recusar-lhe o pagamento de pesados impostos, a Igreja de Roma, por volta do século VIII, começa a sonhar com uma transferência do Império para o Ocidente
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 219, nota 157 :
As antigas tradições e mitologias estão repletas de histórias de magos, sacerdotes e profetas que nomeiam reis e depois sofrem as maiores ingratidões de seus protegidos. A coisa parece ser uma constante da história humana. Segundo René Guénon, é mesmo.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 151, nota 114 :
Um escritor científico de sucesso que reconhece que os físicos hoje em dia “já não sabem do que estão falando”, mas acha isso divino maravilhoso.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 157, nota 118 :
“A ciência moderna abandonou o ideal de ciência autêntica, que agia de maneira vivente nas ciências desde Platão; ela abandonou o radicalismo da auto-responsabilidade científica. Sua força de impulsão interna não é mais constituída por aquele radicalismo que, em si, coloca continuamente a exigência de não admitir nenhum saber para o qual não seja possível dar conta em razão de princípios originalmente primeiros e, ademais, perfeitamente evidentes...”
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 170, nota 122 :
Os marxistas tanto cederam aos argumentos de seus adversários, que o principal historiador marxista do pós-guerra britânico, E. P. Thompson, chegou a admitir que o conceito mesmo de “classe” — a idéia-chave da interpretação materialista-dialética da História — não é propriamente um conceito econômico, mas cultural e psicológico. Foi sem querer, mas com isto Thompson implodiu o marxismo.