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Título: O bom soldado
Autor:
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
Um narrador-protagonista que, em meio à confusão e à ruína moral, procura a verdade.
Rodrigo Gurgel, Facebook :
Milan Kundera conta a história do seu professor de música, um judeu perseguido pelos nazistas que, antes de partir para o Campo de Concentração de Terezin, é obrigado a mudar de uma residência a outra, sempre levando consigo seu pequeno piano. Esse professor, certo dia, ao final da aula, diz ao menino: “Há muitos trechos surpreendentemente fracos em Beethoven. Mas são os trechos fracos que dão destaque aos trechos fortes. É como um campo sem o qual a bela árvore que nele cresce não nos daria prazer”.
Título: Endymion
Autor:
Rodrigo Gurgel, "Como o escritor deve ler?" :
Há várias formas de leitura. Lemos para passar o tempo, para escapar de nós mesmos, para nos afastar de preocupações e angústias. Ou, ao contrário, para nos aproximar ainda mais do que somos ou desejamos ser. Num dia em que as idéias estão emperradas, o início do “Endymion”, de John Keats, produz, para mim, o mesmo efeito de uma viagem ensolarada.
Rodrigo Gurgel, Facebook :
Para descobrir um Otto Maria Carpeaux diferente, desconhecido no Brasil, e preencher as lacunas que existem em sua biografia, a Vide Editorial acaba de publicar "Caminhos para Roma". Quem deseja conhecer o Carpeaux integral — e não apenas o nome sequestrado pela esquerda brasileira — precisa ler este livro.
Título: Berlim
Autor:
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
Crônicas, que também são ensaios, geniais.
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
Ironia e demência num texto divertidíssimo.
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
Cinismo e canalhice, quando se trata dos esquerdistas, não têm limite;
Rodrigo Gurgel, "Como pensa um esquerdista?" :
Você deseja entender como pensa um esquerdista? Quer compreender a mentalidade revolucionária? Então, leia O Agente Secreto, de Joseph Conrad, publicado em 1907. Baseado em fatos reais – um atentado anarquista ocorrido em Londres, no ano de 1894, e que provocou a morte de seu autor, o francês Marcial Bourdin –, trata-se de um dos grandes romances políticos da literatura ocidental, comparável a O vermelho e o negro, de Stendhal, Os demônios, de Dostoiévski, Princesa Casamassima, de Henry James, ou O Zero e o Infinito, de Artur Koestler. Conrad faz uma análise implacável da "sangrenta futilidade" e da "irracionalidade malévola" dos movimentos revolucionários – e nos mostra como "o caminho da revolução, mesmo a mais justificável, é preparado por impulsos pessoais disfarçados em credos".
Título: Filoctetes
Autor:
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
As qualidades de um homem jamais podem ser separadas de seus tormentos e de sua mágoa. [Complemento indispensável: o ensaio “Filoctetes: a ferida e o arco”, de Edmund Wilson.]
Título: O condenado
Autor:
Rodrigo Gurgel, "Dicas de leitura no Dia Nacional do Livro" :
O mal contamina tudo; e pode se propagar para além da morte.
José Monir Nasser, Expedições Pelo Mundo da Cultura :
É um dos mais importantes empreendimentos literários de todos os tempos, tendo influenciado todo o século vinte com a técnica de fluxo de memória que inspiraria James Joyce (1882-1941), Alfred Döblin (1878-1957), Hermann Bloch (1886-1958) e Virginia Woolf (1882-1941), entre outros;
Rodrigo Gurgel, "O salto da imaginação à escrita" :
No primeiro volume de Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust, o narrador conta sua experiência: ele recorda sua infância, quando escrever era um anseio atormentador. Cada detalhe inspira o garoto. No entanto, há um abismo entre o pensamento e o gesto de empunhar o lápis. Sua angústia o persegue — e ser incapaz de concretizar o desejo de escrever muitas vezes o aniquila.