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Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 141, nota 101 :
“Nicolau de Cusa nega a finitude do mundo e seu fechamento pelas esferas celestes. Mas ele não afirma sua infinidade positiva; de fato ele evita...";
Olavo de Carvalho, Curso História Essencial da Filosofia - aula 18 - 00:26:00 :
Documenta muito bem a passagem da visão medieval para a visão moderna.
Olavo de Carvalho, COF 179 - 01:28:00 :
Sobre o simbolismo corporal.
Olavo de Carvalho, COF 52 - 00:50:00 :
Diz que, antigamente, o que se buscava no conhecimento do mundo fenomênico era saber quais eram os princípios universais subentendidos naquilo, ou seja, como as partes manifestavam, a seu modo, a unidade do todo.
Olavo de Carvalho, COF 06 - Vídeo 02 - 00:14:10 :
Resumo em "Le Miracle égyptien". As civilizações cosmológicas chegaram a um refinamento muito grande das relações entre sociedade e cosmos.
Olavo de Carvalho, True OutSpeak 03/12/2007 00:25:50 :
Neste livro há um estudo sobre Jung, com algumas objeções a ele;
Luiz Gonzaga de Carvalho, Religiões do Mundo - Módulo III - aula 11 - arquivo 01 - 00:13:00 :
Somente na medida em que aceita os pressupostos filosóficos da ciência como doutrina é que, o cientista moderno, utilizando-a como orientação intelectual como um todo, renuncia a realidade. A diferença entre as duas atitudes fica clara neste livro.
Olavo de Carvalho, True OutSpeak 14/05/2007 00:23:00 :
Uma história das visões do mundo (doutrinas cosmológicas), mas não chega até a modernidade.