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Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 134, nota 93 :
Enfoca o plano histórico da Tríade chinesa, dizendo muito sobre as relações entre o ternário religioso e a ordem social.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 136, nota 96 :
Notou em tribos da África e da Polinésia o enfraquecimento do sentido da eternidade metafísica, paralelamente a uma proliferação hipertrófica das divindades cósmicas ou forças naturais divinizadas — um inchaço da perenidade, que engolia ou encobria o senso da eternidade.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 147, nota 109 :
Sobre a perda do sentido simbólico da natureza na idade clássica.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 89, nota 59 :
Muitas tribos indígenas têm, entre suas tradições, uma autêntica ciência do “discernimento dos espíritos”, que as coloca, espiritualmente, muito acima do homem branco médio.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 69, nota 44 :
Um dos poucos historiadores que levaram a sério este fenômeno de seriedade trágica, na escravidão mental generalizada, denunciava, em 1969, “o advento de um sistema político baseado na impostura em grau muito maior do que todos os que existiram até o momento”.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 35, nota 14 :
Giordano Bruno desprezava a nova mentalidade matemática, e todos os cientistas matematizantes, de Galileu a Descartes, mostraram a maior indiferença pela sua obra, cujo maior mérito é justamente o de ter antecipado muito do que hoje podemos dizer contra a ciência moderna.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 35, nota 14 :
A pesquisa histórica mais recente revelou que Giordano Bruno esteve muito provavelmente envolvido em atividades de espionagem contra a Igreja Católica.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 35, nota 14 :
O processo inquisitorial de Galileu foi uma pizza, uma farsa concebida pelo Papa - padrinho de Galileu - para que seu protegido se livrasse de um grupo de inquisitores fanáticos mediante uma simples declaração oral sem efeitos práticos, após a qual ele pôde continuar divulgando suas idéias sem que ninguém voltasse a incomodá-lo.