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Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 170, nota 122 :
Os marxistas tanto cederam aos argumentos de seus adversários, que o principal historiador marxista do pós-guerra britânico, E. P. Thompson, chegou a admitir que o conceito mesmo de “classe” — a idéia-chave da interpretação materialista-dialética da História — não é propriamente um conceito econômico, mas cultural e psicológico. Foi sem querer, mas com isto Thompson implodiu o marxismo.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 109, nota 72 :
Sobre a contaminação irracionalista do marxismo no curso da sua evolução ( não na sua raiz ). Mostra que os elementos românticos e irracionais eram fortes no pensamento do próprio Lukács, mas com ênfase positiva.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 110, nota 73 :
Que Marx tivesse, pessoalmente, um tremendo senso do teatro, do fingimento, da prestidigitaçãoo, é coisa que os biógrafos já estabeleceram com certeza suficiente.
Olavo de Carvalho, O Jardim das Aflições, É Realizações, 2ª edição, página 109, nota 72 :
Sobre a contaminação irracionalista do marxismo no curso da sua evolução ( não na sua raiz ). Merquior mostra que os elementos românticos e irracionais eram fortes no pensamento do próprio Lukács.
Olavo de Carvalho, COF 118 - 01:43:20 :
Melhor manual de exposição da filosofia marxista-leninista.
Olavo de Carvalho, COF 15 - 01:56:10 :
Autor começou como um pensador marxista, mas acabou entendo o que era realmente o marxismo e escreveu um dos principais livros do século XX. Autor rastreia a origem do marxismo, sendo possível visualizá-lo como uma cultura;
Olavo de Carvalho, COF 26 - Vídeo 2 - 01:40:00 :
Leitura indispensável, embora, ao largar o marxismo, o autor tenha caído numa espécie de pessimismo total;
Olavo de Carvalho, COF 207 - Vídeo 2 - 00:55:00 :
Pode ser usado para iniciar um estudo de compreensão do movimento revolucionário, mas ele abrange apenas as teorias e não as táticas revolucionárias.
Olavo de Carvalho, COF 06 - Vídeo 01 - 00:19:20 :
Analisa a figura do Cristo como anti-modelo do pensamento de várias escolas de pensamento, como, por exemplo, Nietzsche e Marx. Lubac percebe que existe ali um fenômeno, não da rejeição do Cristo — a pura rejeição inclinaria antes a um desprezo ou a um esquecimento — mas há uma inveja do Cristo, quer dizer, a vontade de assumir o lugar dele. Um dos grande livros do século XX.
Olavo de Carvalho, True OutSpeak 21/11/2012 00:41:30 :
Um clássico. Para ter uma idéia de como o Nazismo foi visto na sua época, e como foi camuflado depois; o nazismo era de esquerda e serviu para o movimento revolucionário mundial.
Olavo de Carvalho, True OutSpeak 21/11/2012 00:41:30 :
Para ter uma idéia de como o Nazismo foi visto na sua época, e como foi camuflado depois; o nazismo era de esquerda e serviu para o movimento revolucionário mundial.